(19) 3814-3400 (Recepção)
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21 de março “Dia internacional da Síndrome de Down”

21 de março “Dia internacional da Síndrome de Down”
Síndrome de Down é um distúrbio genético que ocorre ao acaso durante a
divisão celular do embrião, em média 1 em cada 800 nascimentos.
Por alguma razão que ainda não foi cientificamente explicada, ou o óvulo feminino ou
o espermatozoide masculino apresentam 24 cromossomos no lugar de 23, ou seja, um
cromossomo a mais. Ao se unirem aos 23 da outra célula embrionária, somam 47. Esse
cromossomo extra aparece no par número 21. Por isso a síndrome de Down também é
chamada de trissomia do 21.
Os seres humanos têm, normalmente, 46 cromossomos em cada uma das células de
seu organismo. Esses cromossomos são recebidos pelas células embrionárias dos pais,
no momento da fecundação. Vinte e três vêm dos espermatozoides fornecidos pelo
pai e os outros 23 vêm contidos no óvulo da mãe. Juntos, eles formam o ovo ou zigoto,
a primeira célula de qualquer organismo. Essa célula, então, começa a se dividir,
formando o novo organismo. Isso quer dizer que cada nova célula é, em teoria, uma
cópia idêntica da primeira.
Ainda enfrentamos o preconceito e a separação das famílias para acertar as
diferenças, e admitir que a pessoa com síndrome de Down, tem um cromossomo a
mais, “o cromossomo do amor”.
Com o diagnóstico precoce, inicia-se todo o processo para a estimulação. Desde
o nascimento é necessário ter uma equipe multidisciplinar que atenda ao bebê e são
acompanhados até a fase adulta, contando com o apoio de terapeutas ocupacionais,
fonoaudióloga, psicólogo, fisioterapeutas, pediatras (que nestes casos encaminham
para demais especialidades tais como: cardiologistas, neurologistas dos quais serão
solicitados exames específicos para detecção de outros diagnósticos associados a esta
síndrome.
A data comemorativa foi criada para dar a visibilidade as pessoas que nasceram
com a trissonomia do cromossomo 21 e assim defender seus direitos a inclusão na
escola comum como também no mercado de trabalho.

Daniela Frediani Gotti
Formada em Pedagogia com especialização em psicopedagogia clínica e institucional.
Pós-graduada em Autismo e Educação Especial.
A mais de doze anos atua na APAE de Mogi Guaçu.
Trabalho este voltado para a pedagogia Waldorf, onde as crianças recebem
estimulação sensorial, voltados para o carinho e brincadeiras que são imprescindíveis
para o desenvolvimento emocional, funcional e natural. Desenvolvendo assim maior
autonomia de suas atividades diárias tornando-as mais independentes.